CAPÍTULO II PERDÃO


2. ALIANÇA E PERDÃODigitalizar0002

O apóstolo Paulo em sua carta a Igreja em Roma em seus cinco últimos capítulos convida-nos a pratica de uma nova vida.

Ali aprendemos a como nos dar bem com outros cristãos, a importância do amor, por que não devemos buscar vingança, o que fazer quanto a um governo hostil, como nos chegar a alguém cujas regras não são de nosso gosto, e maneiras de esperar a volta de Cristo.

No final, ainda vemos os recados pessoais de Paulo a amigos – refletindo uma ampla faixa de companheirismo na fé. Mas mesmo nesta parte final de seu livro, Paulo não abandona a teologia. Ele mostra-nos como vivê-la.

Nascer novamente, para se viver em novidade de vida, implica em deixar a antiga vida, mudar conceitos, quebrar o orgulho. Não há ressurreição sem morte. Ninguém vive em novidade de vida, se não morrer para a vida antiga.

Precisamos então mudar nossa mentalidade, assim começa o capítulo doze de sua carta aos Romanos:

 

Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”

 

Relacionamento envolve comportamento. Isto é, nosso comportamento com a outra parte é um dos fatores determinantes para consolidar ou corroer nossa aliança.

É impossível, para o Ser Humano, não errar. Somos falíveis em nosso relacionamento com Deus, e, por conseguinte em nossos relacionamentos terrenos.

Vivemos em constante luta contra a nossa natureza terrena, que nos leva a cometer falhas. As falhas em relacionamentos podem ser traduzidas pelo nome pecado.

Pecamos contra Deus, pecamos contra nosso próximo. O Apóstolo João argumenta que, se dissermos que não temos pecado, só estamos nos enganando a nós mesmos, e recusando a aceitar a verdade.

Para que pudéssemos ter nosso relacionamento de aliança, consertado com Deus, foi necessário um ato imprescindível para manutenção da aliança: O seu perdão.

Afirmamos então categoricamente: existe perdão sem aliança, mas, é impossível uma aliança subsistir sem o perdão.

O perdão é a ação inicial para se equilibrar a balança dos relacionamentos, é um ato de conserto relacional, tanto no plano vertical (Deus/homens) quanto no plano horizontal (homens/homens).

Nosso ponto de partida para relacionamento é nosso Pai. Deus é o nosso parâmetro perfeito. Assim, como Ele procede conosco também devemos repassar este estilo de relacionamento a outros.

2.1. PERDOAR

 

Definir perdão não é muito difícil, a dificuldade vem no exercício desta palavra, isto é, a pratica desta definição.

“Todos dizem que perdoar é uma idéia agradável até terem algo para perdoar – C.S.Lewis”.

 

O perdão é um conceito e principalmente uma das atitudes principais para a continuidade de um relacionamento saudável, entre pessoas e com o próprio Deus.

“Seu Pai celeste perdoará a vocês se vocês perdoarem àqueles que pecam contra vocês; mas se vocês se recusarem a perdoar-lhes Deus não perdoará a vocês” (Mt 6:14-15).

 

Perdoar é um mandamento de Deus. A síntese é simples: se damos perdão, recebemos perdão. Se não damos, não recebemos.  Ele deu o exemplo primeiramente nos estendendo a mão, a Sua bondade foi expressa a nós enquanto estávamos “mortos em nossos delitos”.

 

“Deus, porém, é tão rico em misericórdia! Ele nos amou tanto, que embora estivéssemos espiritualmente mortos e condenados pelos nossos pecados, Ele nos deu de volta a nossa vida quando levantou Cristo dentro os mortos – somente por sua misericórdia imerecida é que nós fomos salvos – e nos levantou da sepultura para a glória juntamente com Cristo, onde estamos assentados com Ele nas regiões celestiais – tudo por causa daquilo que Cristo Jesus fez; e agora Deus pode sempre nos mostrar como exemplos de como sua bondade é riquíssima, como é revelado em tudo quanto Ele fez por nós por intermédio de Jesus Cristo.

Devido à Sua bondade é que vocês foram salvos, mediante a confiança em Cristo. E até a própria fé em Jesus não vem de vocês mesmos; é uma dádiva de Deus também. A salvação não é um recompensa pelo bem que fizemos, portanto nenhum de nós pode obter qualquer mérito por isto. Foi o próprio Deus que fez de nós o que somos e nos deu uma vida nova da parte de Cristo Jesus; e muitos séculos atrás, Ele planejou que gastássemos essa vida em auxiliar aos outros” (Ef 2:4-10) Bíblia Viva.

 

A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro.

Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual. Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: “e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt 6:12).

Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” (1 Jo 3:4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão “…a alma que pecar, essa morrerá…” (Ez 18:4,20) e o justo castigo do pecado resultante “porque o salário do pecado é a morte…” (Rm 6:23). Ele ocupa a posição de pecador aos olhos de Deus e perde sua comunhão com Deus “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59:2). Veja também: 1 Jo 1:5-7.

A boa nova do evangelho é que Jesus pagou o preço por nossos pecados com sua morte na cruz. Quando aceitamos o convite para a salvação através de nossa obediência aos mandamentos de Deus, ele aceita a morte de Jesus como o pagamento de nossos pecados e nos livra da culpa por nossas transgressões. Não ficamos mais na posição de infratores da lei ou devedores diante de Deus. Somos perdoados!

O perdão, então, é um ato no qual o ofendido livra o ofensor do pecado, liberta-o da culpa pelo pecado. Este é o sentido pelo qual Deus “esquece” quando perdoa “…e dos seus pecados jamais me lembrarei”. (Hb 8:12). Não que a memória de Deus seja fraca, Deus lembrou-se do pecado de Davi a respeito de Bate-Seba e Urias muito tempo depois que Davi tinha sido perdoado “…senão no caso de Urias, o heteu” (1 Rs 15:5).

Ele liberta a pessoa perdoada da dívida do seu pecado, isto é, cessa de imputar a culpa desse pecado à pessoa perdoada.

“Bem aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado” (Rm 4:7-8).

 

2.2. A NATUREZA CARNAL

Se perguntássemos, qual o local onde há maior atrito entre as pessoas? As respostas, com certeza teriam uma variedade de temas, que poderiam ser resumidas numa só sentença: Onde passamos mais tempo de convivência.

Onde há convivência, há atrito. O perdoar é fundamental para se manter o relacionamento.

De uma maneira bem simples e prática, veremos no exemplo abaixo o que ocorre nas dificuldades relacionais:

Momentos após participarmos de uma lauta refeição, digamos uma bacalhoada, sentimos uma necessidade extrema de água. O que motiva esta necessidade é o desequilíbrio no teor de salinidade em nosso organismo. Houve um excesso no consumo de sal, e nosso organismo necessita dissolve-lo e eliminá-lo.

Imperativamente nos dá uma ordem – “quero água”, e, para ter certeza que não iremos “desobedecê-lo”, nossa boca fica seca, a língua, feito uma sola de sapato. Nossa opção é beber água sofregamente, até saciar a sede. O organismo então sossega, o equilíbrio será restabelecido.

Quando alguém nos magoa, ocorre um desequilíbrio em nossa “balança de relacionamentos”. Em a balança pendendo em favor do ofensor, automaticamente, algo acontece em nossa alma. A carne pede urgente o nivelamento da balança. Nossos sentimentos de dor, frustração, raiva, perda, insegurança, exigem imediata reparação no equilíbrio.

A carne tem sede de justiça. Ela quer equilíbrio, ou poderíamos dizer… Vingança! Olho por olho, dente por dente. Bateu! Levou!

A nossa velha natureza pede equilíbrio. Parece ser correto, mas, a nossa justiça somente seria justa, se nos fossemos justos e não justificados.

 

“Ninguém entende o cristianismo, se não entende a palavra justificado – John Stott”.

 

Há somente um justo, a saber, Cristo, e este com todo o seu direito de exercer justiça não nos cobrou nada. Seu único pedido dentro do seu martírio foi: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34).

Poderíamos então argumentar que Jesus era Deus, e isto seria uma faculdade de Deus, nós somos humanos, nós somos de carne.

Pensamento totalmente correto, quando não tínhamos Jesus em nossas vidas, hoje, o mesmo Espírito que estava em Jesus, está com aqueles que o elegeram como Senhor de suas vidas.

Hoje o Espírito de Deus, está habitando em nós e ele é que nos capacita ao verdadeiro perdão.

Contudo a decisão de obedecer é nossa! Desobediência para o cristão é uma opção, para o não cristão é o seu caminho.

 

“Assim, agora podemos obedecer às leis divinas se seguirmos o Espírito Santo e não mais obedecermos à velha natureza pecaminosa que está dentro de nós” (Rm 8:4) Bíblia Viva.

“Portanto, queridos irmãos, vocês não têm, para com a velha natureza pecaminosa, qualquer obrigação de fazer o que ela lhe pede. Pois se vocês continuarem a segui-la, estão perdidos e perecerão; mas se a destruírem, juntamente com suas más obras, por meio do poder do Espírito Santo, vocês viverão. Todos quantos são dirigidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8:12-14) Bíblia Viva.

 

Não somos dirigidos pelos sentimentos e emoções, somos dirigidos pelo Espírito Santo de Deus. O Espírito de Deus habita em nossos corações, nossas reações são baseadas em suas instruções, e não às solicitações da carne.

Deus é nosso parâmetro. O pecado criou uma separação entre Deus e os homens, a balança relacional estava quebrada, mas, Deus em sua infinita misericórdia, nos amou primeiro, e derramou sobre nós a sua graça, trazendo o perdão. O seu perdão para nós tem um nome: Jesus.

O apóstolo Paulo ainda diz que tudo era parte de um plano, antes da fundação do mundo (Ef 1:4-8).

 

2.3. A PRISÃO

“Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg 2:13).

 

Ao sentirmo-nos em desvantagem nos relacionamentos, a carne apressadamente nos traz suas soluções.

Mostrar o quanto fomos atacados, o tanto que estamos sofrendo pela maldade do ofensor é a primeira atitude. Vender nossa dor para angariar simpatizantes à causa, também está na pauta.

A conseqüência disso é que interrompemos a amizade entre as pessoas, meramente no intuito de formamos uma rede de pessoas que lutem em nosso favor.

Queremos “justiça” . E esta justiça deve ser na forma de uma punição para o nosso ofensor. A misericórdia deixamos reservada para nós.

Também tem o lado das pessoas para quem vendemos nossa dor, que, se não forem direcionadas pelo Espírito Santo, compram esta dor, e também pegam o cachorro pelas orelhas (Pv 26:17); é a carne gerando facção e inimizade entre as pessoas;

Quando somos levados pela carne, não perdoamos até que a falta cometida seja resgatada, ou ainda que o nosso ofensor sofra ao menos um pouquinho, para sentir o tamanho da dor que estamos passando.

Que ele venha se arrastando, humilhado. A carne então saciada manifestará sua misericórdia, talvez até dizendo – “Eu sabia! A mão de Deus pesou contra ele”;

Pronto! O brilho do nosso orgulho, antes embaçado pela maldade que fizeram conosco, agora brilha.

Jesus alertou em uma de suas parábolas, que aqueles que não perdoam são entregues aos algozes. Mas, que algozes seriam estes?  São aqueles que judiam de nós.

 

“Sabe-se que a alta ansiedade e úlceras estomacais estão relacionadas. O que não é um fato muito conhecido, porém, é que a nossa raiva, ressentimento, hostilidade, vergonha e culpa também afetam o nosso bem-estar físico. Como qualquer reação humana baseada no medo, emoções como a culpa e a raiva influenciam não só o nosso humor como também a nossa fisiologia. Se os conflitos internos que geraram a raiva e a culpa forem resolvidos, o corpo, sendo muito resistente, provavelmente voltará ao equilíbrio; caso contrario o corpo sofre.Nos últimos dez anos, cada vez as pesquisas médicas mostram que a raiva, ressentimento, hostilidade, vergonha e culpa crônicas estão significativamente relacionadas com o colapso físico…Também há um grande número de provas científicas, principalmente vindas da nova disciplina chamada psiconeuroimunologia, de que a paz de espírito, alegria, otimismo e amor se traduzem em respostas bioquímicas mensuráveis que ativam um sistema de cura inato dentro do corpo.(pag. 206) – Dra. Robin Casarjian – O Livro do Perdão”.

 

Cientificamente, já está comprovado que inúmeras doenças têm origem emocional – tumores, dermatites, úlceras, cefaléias, dores lombares, depressão etc. A causa tem sido apontada como profunda amargura.

O que é a amargura senão o resultado de uma vingança não realizada. A falta de perdão de um problema antigo, que ficou velho e rançoso em nosso coração!

A falta de perdão em nossos corações nos torna prisioneiros, irremediavelmente ligados a outro.  Costuma-se dizer daqueles que estão magoados que eles estão feridos. Onde seria esta ferida? Na alma (sentimentos, emoções). As feridas em nosso “coração” são os alvos preferidos, e, os focos principais de investidas demoníacas.

Jesus Cristo referiu-se certa vez a um demônio por nome Belzebu, (Senhor das Moscas), mas, qual a peculiaridade deste demônio, que o levou a ter um nome desses?

Creio que um pouco de imaginação poderá nos ajudar a compreender o porquê de seu nome.

Quase todos que já passaram pela zona rural, já presenciaram a situação de um animal que está machucado, ferido. O exemplo pode ser de um bovino.

As primeiras coisas que aparecem naquela ferida são as moscas varejeiras, ali elas assentam e depositam suas larvas. Aquelas larvas vão crescendo e aquele local torna-se uma verdadeira cultura de bichos, que se alimentam da carne do animal.

Os sintomas presenciados são: inapetência, isolamento, escassez de produção e se não houver cuidados o animal pode vir a morrer.

O fazendeiro, experiente, compra um produto cor violeta, letal às larvas, chamado Lepecid, e aplica naquela ferida.

As larvas começam a morrer imediatamente, os vasos sanguíneos voltam a irrigar o sangue naquela região, a ferida começa a cicatrizar, o couro vai sendo restaurado.

Conforme o tamanho e o tipo de ferida, ficam marcas, mas, não existe mais dor, ou perigo de infecção, apenas um testemunho da ação das moscas e do cuidado do dono do animal.

Quando uma pessoa foi ofendida por outra, ela esta ferida em seus sentimentos, e os sintomas são os mesmos:

Falta de apetite da palavra de Deus; Afastamento do convívio dos irmãos, com medo de se machucar mais ainda; Abatimento, rancor, grosserias espontâneas, enfim um espírito amargurado.

A sua frutificação, torna-se escassa e contaminada pela enfermidade.

Se o cristão não for cuidado, pode vir a morrer espiritualmente e quiçá fisicamente.

Não seria esta uma ação demoníaca na vida de pessoas? Ao notarmos isso, devemos urgentemente, aplicar um remédio vermelho, chamado sangue de Jesus, que purifica de todo o pecado, que liberta os encarcerados, que restaura a alegria, a fome de vida em abundância, a naturalidade da frutificação.

 

“Portanto, se você estiver diante do altar no templo, oferecendo um sacrifício a Deus, e de repente se lembrar de que um amigo tem alguma coisa contra você, deixe seu sacrifício ali, ao lado do altar, vá e peça desculpas, faça as pazes com ele, depois volte, e ofereça o seu sacrifício a Deus” (Mt 5:23-24) Bíblia Viva.

 

“Mas quando estiverem orando, primeiro perdoem aqueles por quem foram ofendidos, para que seu Pai que está no céu perdoe os seus pecados também” (Mc 11:25) Bíblia Viva.

Para Deus somos todos iguais. Somos seus filhos. E assim como nós amamos a nossos filhos, não importando a sua aparência, ou deficiência, e procuramos sempre o melhor para eles, Deus assim nos trata. É uma questão de paternidade!

O pai quer sempre que os filhos vivam em união. Transbordando de amor uns pelos outros.

 

“Há um ditado assim: Ame os seus amigos e odeie seus inimigos. Porém Eu digo: Amem os seus inimigos! Orem por aqueles que perseguem vocês! Dessa forma vocês estão agindo como verdadeiros filhos do seu Pai no Céu. Porque Ele envia sua luz do sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e manda a chuva para os justos e para os injustos também.

Se vocês amam apenas aqueles que amam vocês, que adianta isso? Até mesmo os malandros fazem muito isso. Se vocês só forem amigos apenas dos seus amigos, em que são diferentes de qualquer outro? Até mesmo os pagãos fazem isso. Mas vocês devem ser perfeitos, tanto como o seu Pai no céu é perfeito” (Mt 5:43-48) Bíblia Viva.

 

2.4. A LIBERDADE

 

A vida cristã é baseada essencialmente no perdão. O perdão de Deus sobre nós e o nosso perdão sobre os outros. Foi Deus quem nos amou primeiro, e, por isso temos hoje um novo viver. O amor constrange, une, quebra a malignidade, limpa os canais dos relacionamentos.

Quando bloqueamos o canal do perdão, juntamente com ele bloqueamos as bênçãos de Deus sobre nós.

Portanto, perdoar é deixar aos pés da cruz a necessidade carnal de saciar sua sede de vingança, de compensação, de manter o brilho do orgulho reluzente. Somente pelo Espírito de Deus, somos capazes de perdoar e zerar o nosso ofensor, dizendo – “você não me deve nada, portanto, não lhe cobro nada”.

 

“Por isso, ó Deus, examina a minha vida em detalhes! Põe os meus pensamentos e emoções à prova toma conhecimento de tudo! Descobre qualquer caminho errado e mau e orienta-me para que eu ande sempre pelo caminho da vida eterna” (Sl 139:23-24) Bíblia Viva.

 

Talvez, não percebamos claramente áreas escuras em nossos relacionamentos. Ouça a voz do Espírito Santo! Procurem pequenos detalhes, decepções, que nos afastaram ou criaram um “muro de proteção” em nossa volta.

Ao fazermos um auto-exame, podemos perceber que guardamos ressentimentos contra alguns. Deixe a luz do Senhor brilhar em seu coração. Peça para Deus lhe revelar, as áreas que necessitam de cura. Permita uma limpeza total do seu coração. Seja livre, libertando os outros!

 

“Acima de tudo, meu filho, tome muito cuidado com suas emoções porque elas afetam toda a sua vida” (Pv 4:23) Bíblia Viva.

 

“Mas, eu sim, Eu mesmo, para manter o meu nome, apago os seus pecados e nunca mais Me lembrarei deles” (Is 43:25) Bíblia Viva.

Publicado por Pr. Wilson

cumprindo a carreira que me foi proposta

8 comentários em “CAPÍTULO II PERDÃO

  1. … Hj cedo meus pais foram p/ a chácara organizarem um almoço p/ a despedida da Aida (q está indo morar na frança). Minha mae nos acordou cedinho pra dizer q Deus tinha tocado no coraçao do meu pai a respeito de perdao. E deu uma palavra pra ele ministrar hj p/ a família toda nesse almoço.
    Vou levar essa mensagem p/ ele ler na nossa reuniao.
    Que a família de vcs continue sendo amparada por Deus, que eternamente fiel…

  2. Fazer um comentário de tão inspirado (divinamente) relato nos faz praticantes de insignificante redundância.

    É sempre bom termos líderes inspirados que nos ajudam no caminhar com Deus.

    No amor de Cristo Jesus.

    Evandro Arcoverde
    MGM – Natal/RN

  3. Fiquei feliz com esta ferramenta que Deus deu a vc, e que continue a passar para nós os ensinos do Senhor para sermos edificados na palavra.
    MGM – Recife

  4. Wilson, parabenizo pela iniciativa e pelo conteúdo apresentado,mas, destaco seu estilo de vida santo e a dedicação integral de sua vida e recursos para o Reino de nosso Senhor e Salvador Jesus..! Com carinho e respeito, seu irmão em Cristo – Lourival.

  5. Parabéns, Pr. Wilson. Fabuloso! Sei que com o tempo está cheio de coisas boas, como as que estão aí, à disposição da igreja. Continue firme, fazendo tudo aquilo que Deus te confiou a fazer. Obrigado, tuas palavras têm me edificado muito. Abraços. Francesco

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