Um cinturão – Graciliano Ramos


UM CINTURÃO – Graciliano Ramos As minhas primeiras relações com a justiça foram dolorosas e deixaram-me funda impressão. Eu devia ter quatro ou cinco anos, por aí, e figurei na qualidade de réu. Certamente já me haviam feito representar esse papel, mas ninguém me dera a entender que se tratava de julgamento. Batiam-me porque podiamContinuar lendo “Um cinturão – Graciliano Ramos”