A SALVAÇÃO DOS PERDIDOS, UM ASSUNTO QUE NOS INTERESSA


Pr. Daniel Rincon

Prs. Daniel e Roseli Rincon (long time ago)

O Cristão Verdadeiro Ora

A oração é a maior evidência de uma fé verdadeira. É a demonstração de que a alma busca um contato com Deus, em quem ela crê. A oração cria uma comunhão real e estabelece um vínculo entre Deus e seus filhos.
Ela é uma necessidade na vida de todo cristão, mas nem todos estão atentos a essa verdade. A natureza humana não é propensa à oração, isso em virtude do senso de auto-suficiência e independência.

Vivemos em um mundo repleto de atividades, uma se sobrepõe à outra. O corre-corre da vida impossibilita o cristão a buscar a Deus em oração.

Mas não era assim no princípio. No Gênesis, está revelado que o ser humano desfrutava de amizade com Deus.

Depois da Queda, o sentimento de auto-suficiência passou a ter prioridade na conduta humana.

A agitação da modernidade também favorece a ausência de oração. Nos dias atuais, dominados pela tecnologia, as pessoas estão deixando de orar. O fazer está se sobrepondo à oração (preciso entregar o trabalho até tal hora, tenho que estudar para as provas e esta semana tenho sete provas, monografia ou tcc, etc). É evidente que precisamos agir, mas toda ação do cristão pressupõe oração.

“Devemos trabalhar como se todo trabalho dependesse de nós e orar como se tudo dependesse de Deus”. (Martinho Lutero)

Entendendo Melhor a Oração

 

Para uma melhor compreensão, tomamos a liberdade de classificar a oração. E uma dessas classificações é “a favor ou em prol de quem” a oração é direcionada a Deus: a Deus mesmo, a nós e aos outros. E dentro de cada uma dessas classificações há diversos tipos de oração:

1 – Deus como centro das nossas orações

Há orações que são dirigidas a Deus, visando a Deus mesmo, o que Ele é, o que Ele faz e o que Ele nos tem feito. Aqui temos pelo menos três tipos de oração:

a) Ações de Graça – é a expressão do nosso reconhecimento e gratidão a Deus pelo que Ele nos tem feito. Basicamente é a oração que expressa gratidão a Deus pelas bênçãos que Ele tem derramado sobre nós.

b) Louvor – A oração de louvor é um passo além das ações de graça. São expressões de louvor a Deus pelo que Ele fez, faz e fará. Louvar é reunir todos os feitos de Deus e expressá-los em palavras, numa atitude de exaltação e glorificação ao Seu Nome, que é digno de ser louvado.

c) Adoração – É o tipo de oração que exalta a Deus pelo que Ele é. É a entrada no Santo dos Santos para responder ao amor do Pai. Aqui nada fala do homem, mas dEle. É o reconhecimento do que Ele é. É a resposta do nosso amor ao amor Divino.

2 – Nós mesmos como o centro das orações

Aqui vamos a Deus para apresentar necessidades pessoais. Embora falando e exaltando a Deus, o foco da atenção é a satisfação de nossas necessidades. Vamos a Deus em busca de uma resposta para a alteração de alguma circunstância em nossa vida. Nesse ponto temos também três tipos de oração:

a) Petição – É “um pedido formal a um poder maior”. É a apresentação a Deus de um pedido, visando satisfazer uma necessidade pessoal, tendo como base uma promessa de Deus. Nesse tipo de oração já temos o conhecimento de qual é a Sua vontade, pelo que o pedido será feito em fé, com a certeza da resposta, antes mesmo da sua manifestação.

b) Consagração ou Dedicação – É uma atitude de submissão à vontade de Deus. Essa oração é para as ocasiões em que a vontade de Deus é desconhecida. Exige espera, consagração e inteira disposição de conhecer e seguir a vontade do Pai.

c) Entrega – É a transferência de um cuidado ou inquietação para Deus. É lançar o cuidado sobre o Senhor, com um conseqüente descanso. Essa oração é feita quando uma dificuldade, um problema ou inquietação nos bate à porta.

3 – Os outros como centro das nossas orações

Neste tipo de oração vamos a Deus como sacerdotes, como intercessores, levando a necessidade de outra pessoa. Nossa principal motivação é ver as circunstâncias alteradas na vida de outrem.

 

 

Priorizando a Oração

Quando Paulo escreveu para Timóteo lhe dando orientações sobre questões espirituais e ministeriais, ele adentra em assuntos sobre trabalho, carreira que lhe estava proposta e a prioridade de sua vida em Cristo.

18Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate, 19mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé”. (1Timóteo 1:18-19)

Aqui Paulo fala sobre postura, estilo de vida e sobre os perigos que aquele jovem bem intencionado viria a enfrentar. Entretanto ele completa estas instruções com outra instrução, porém esta última deveria ter prioridade sobre as demais. Leiamos o texto de 1Timóteo 2:1:

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens”.

Paulo, movido pelo Espírito Santo, nos declara que a primeira prioridade do servo de Deus é a oração. A palavra grega para ”antes de tudo’’ é “próton pas’’ e é definida no dicionário de Strong como sendo o primeiro ou principal quanto a tempo, lugar, ordem, ou importância, individualmente ou coletivamente. A oração não pode ser um apêndice na vida cristã. Ela precisa ter e ser prioridade. A hora silenciosa para a oração e meditação na palavra deva ter primazia na agenda do cristão.

Paulo nos declara também que a oração não deve ficar só na teoria, mas usá-la no dia a dia, praticá-la verdadeiramente. Não que não devamos trabalhar para Deus e seu Reino e ficar só orando, pelo contrário, devemos trabalhar sim e esta é uma responsabilidade de todos os cristãos, pois a fé sem obras é morta.

Entretanto, para dar sustentação à nossa vida pessoal e ao nosso trabalho secular e para o Reino (pregar, evangelizar, louvar, ajudar os pobres) temos de ter comunhão e intimidade com Deus, ou seja, orar.

Oração Intercessória

Vimos então que ele menciona diversas formas de oração e uma delas é a intercessão. Mas o que vem a ser intercessor e interceder?

Intercessor é aquele que vai a Deus, não por sua própria causa, mas por causa dos outros. Ele se coloca diante de Deus para pleitear a causa de alguém. E Interceder é colocar-se no lugar de outro e pleitear a sua causa, como se fora sua própria. É estar entre Deus e os homens, a favor destes, tomando seu lugar e sentindo sua necessidade de tal maneira que luta em oração até a vitória na vida daquele por quem intercede.

“Um intercessor… é como um fio vivo que une o poder salvador de Deus aos homens pecadores que perderam essa ligação”. (Hannah Hurnard, escritora)

Há pessoas que têm um ministério de intercessão, com uma unção especial para tanto, mas todos têm uma convocação de Deus para interceder. É um imperativo. Quem não o faz, não exerce seu sacerdócio. Por isto, todo cristão é chamado a interceder.

A intercessão tem dois aspectos: Um de encontro e outro de confronto. Quando intercedemos, oramos para que a vontade de Deus seja estabelecida, ao mesmo tempo em que confrontamos as forças opositoras da maldade, que querem impedir que a vontade de Deus seja estabelecida.

Vejamos o exemplo de Paulo descrito em Romanos 15. Ele pede aos romanos que intercedam por ele, para que pudesse concretizar o seu trabalho em Jerusalém e se ver livre de seus opositores.

30Rogo-vos, pois, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e também pelo amor do Espírito, que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor, 31para que eu me veja livre dos rebeldes que vivem na Judéia, e que este meu serviço em Jerusalém seja bem aceito pelos santos”; (Romanos 15:30-31)

Paulo pediu ajuda, porque não tinha medo de ser visto como fraco e já conhecia bem o princípio espiritual da intercessão, que está descrito por Tiago.

16Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. Tiago 5:16

Tiago nos encoraja a confessar (compartilhar) nossas dificuldades com os “outros” e orar uns pelos “outros”, para que as doenças físicas e espirituais possam ser saradas.

Temos na palavra de Deus um verdadeiro manual de vida e por que não dizer, de sobrevivência também. Por falta de entendimento e de obediência à Palavra, algumas pessoas que já são salvas, escondem suas dificuldades e seus pecados, por isto levam uma vida sem a abundância prometida por Cristo. São salvas, porém levam uma vida de derrota e de infelicidade.

Não podemos negligenciar o princípio descrito em Provérbios 28:13:  O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.

Existe uma enorme resistência quanto à confessar os pecados aos outros. São muitos os motivos para essa resistência, dentre eles temos o orgulho, a vergonha e a independência. Principalmente para o jovem, confessar pecados, pedir ajuda financeira ou pedir oração à alguém pode significar um sinal de fraqueza. Dizem: “Obrigado, mas não precisa. Posso resolver isto sozinho”. A maioria tem a tendência de ser o “herói solitário”. Querem mostrar sua espiritualidade por conta própria.

Quando um irmão pergunta a outro como vai a caminhada com o Senhor e ele responde que está tudo bem, não estando, o que respondeu omitindo a dificuldade está impedindo que a cura de Deus flua através deste irmão que perguntou.

Vale ressaltar que esses “outros”, que se refere Tiago, devem ser pessoas maduras na fé e que tem ou terão relação com nossa vida espiritual. Esta medida servirá para evitar uma exposição excessiva e desnecessária de nossa intimidade e nos resguardar de comentários que em nada nos edifica.

E no final desse versículo de Tiago, temos uma das razões pela qual seremos curados: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”, ou seja, a oração de uma pessoa obediente a Deus tem muito poder e validade diante Dele.

O próprio Deus demonstra e testifica isto no livro de Jó, no capítulo 42:

7Tendo o SENHOR falado estas palavras a Jó, o SENHOR disse também a Elifaz, o temanita: A minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois amigos; porque não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.

8Tomai, pois, sete novilhos e sete carneiros, e ide ao meu servo Jó, e oferecei holocaustos por vós. O meu servo Jó orará por vós; porque dele aceitarei a intercessão, para que eu não vos trate segundo a vossa loucura; porque vós não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.

9Então, foram Elifaz, o temanita, e Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita, e fizeram como o SENHOR lhes ordenara; e o SENHOR aceitou a oração de Jó. (Jó 42:7-9)

A Falta e o Compromisso de Intercessão

Isaías 59 apresenta um dos mais temíveis quadros de fracasso e apostasia nas Escrituras. No entanto, o povo a que este capítulo se refere é um povo essencialmente religioso. Eis a sua confissão:

12Porque as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós, porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades; 13como o prevaricar, o mentir contra o Senhor, o retirarmo-nos do nosso Deus, o pregar opressão e rebeldia, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade. 14Pelo que o direito se retirou e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças e a retidão não pode entrar. 15Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O Senhor viu isso, e desaprovou o não haver justiça. 16Viu que não havia ajudador algum, e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor” (Isaías 59:12-16).

“Não havia um intercessor.” Até o próprio Deus se admirou disso!                                     Era a derradeira evidência condenatória da incredulidade e indiferença egoística que havia nos corações do seu povo.

O profeta Samuel, diante do pedido do povo para que clamasse a seu favor, para que não morressem por causa dos seus próprios pecados, fez uma tremenda declaração que deveria ser um desafio para nós também:

20Então, disse Samuel ao povo: Não temais; tendes cometido todo este mal; no entanto, não vos desvieis de seguir o SENHOR, mas servi ao SENHOR de todo o vosso coração. 21Não vos desvieis; pois seguiríeis coisas vãs, que nada aproveitam e tampouco vos podem livrar, porque vaidade são. 22Pois o SENHOR, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo, porque aprouve ao SENHOR fazer-vos o seu povo. 23Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito. 24Tão-somente, pois, temei ao SENHOR e servi-o fielmente de todo o vosso coração; pois vede quão grandiosas coisas vos fez. (1Samuel 12:20-24)

A falta de intercessão pode levar a Deus a cumprir Seu juízo sobre uma nação ou sobre as pessoas e a presença dela antecede qualquer conquista e torna possíveis as vitórias. Deus e homens estão sujeitos à maravilhosa lei da Oração. É através da intercessão que Deus se movimenta para cumprir os seus desígnios. Intercessão é um dos principais ministérios da Igreja. Por isso nosso compromisso com o Senhor é sempre estar orando pelos outros.

Uma das Marcas do Ministério de Jesus

 

O capítulo 53 de Isaías descreve sua obra expiatória e conclui com este versículo: 12Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu”.

 

Há quatro fatos registrados neste versículo a respeito de Jesus.

Primeiro, ele derramou a sua alma na morte. Levítico 17:11 diz que a alma de toda carne está no sangue, portanto Jesus derramou sua alma na morte quando derramou seu sangue.

Segundo, ele foi contado com os transgressores; ele foi crucificado com os dois ladrões.

Terceiro, levou sobre si o pecado de muitos; tornou-se a oferta pelo pecado por todos nós.

Quarto, pelos transgressores intercedeu; isto ele fez na cruz quando disse:                           “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. Ele estava dizendo:                                    “Que o juízo que eles merecem caia sobre mim”. E assim foi.

Hebreus 7 fala de Jesus depois da sua morte, ressurreição e ascensão. Somos informados que Jesus é nosso sumo sacerdote à destra de Deus. Por ter um sacerdócio imutável que nunca passará dele, Jesus “pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7.25).

Sintetizando a vida e o ministério de Jesus:

Ele passou trinta anos na obscuridade, numa vida familiar perfeita;

Três anos e meio num dramático ministério público;

E praticamente dois mil anos em intercessão, invisível aos olhos naturais, porque desde que subiu aos céus, ele está intercedendo por nós diante do Pai.

Romanos 8:34  Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós.

Nem Todos Podem Ir Fisicamente, Mas Todos Podemos Ir de Joelhos

Uma vez que todos os que somos salvos, somos sacerdotes, todos temos a responsabilidade de interceder pelos perdidos.

“As pessoas podem recusar nosso amor ou rejeitar nossa mensagem, mas não têm defesas contra nossas orações”.

Que a comovente súplica de S. D. Gordon fale aos nossos corações:

“Eu preferia não dizer nada, se estivesse considerando os meus e os seus sentimentos. Mas não consigo resistir à convicção de que há pessoas naquele mundo baixo e perdido, que estão lá, porque alguém deixou de colocar sua vida em contato com Deus e orar”.

E até que tenhamos verdadeira compaixão pelas almas, nossas orações por elas poderão permanecer sem resposta. Se quisermos realmente vê-los salvos, assim como Jesus chorou por Jerusalém, assim também devemos chorar pelos perdidos.

John Knox pastor na Escócia fez, apaixonadamente, a seguinte oração pela salvação das almas da Escócia: “Ó Deus, dá-me a Escócia ou eu morrerei!”.

Esta é a ordem do Senhor: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”. Marcos 16:15 Entretanto, nem todos podem ir fisicamente, mas todos podemos ir de joelhos.

Eleanor, moça americana, ensinava o Evangelho num povoado do Nepal. Mas foi aprisionada pelo perverso chefe da vila. Ele prendeu-a no porão escuro e vazio da sua casa, onde somente as paredes ouviram o grito da missionária: “Deus! Ajude-me!” Eram nove horas da manhã.

Centenas de quilômetros dali, Mary entrou correndo no quarto do irmão na mesma hora e disse:“Vamos orar. Eleanor está chorando no Nepal. Precisa de ajuda”. Horas depois se levantaram, mas o fardo permaneceu. Mary disse: “Vou para casa orar um pouco mais”, e orou até às dez da noite! Voltando alegremente à casa do irmão disse: “Eleanor foi solta. Ela está a salvo”. Mary sabia disso porque o fardo se fora!

Uma semana mais tarde, chegou a carta de Eleanor relatando a história do livramento. Contou que na mesma noite em que a prendeu, o chefe do povoado voltou bêbado para violentá-la, mas ao entrar no porão, foi detido por um valente que ameaçou tirar-lhe a vida. Voltou-se para Eleanor, dizendo: “Queria mostrar o que posso fazer com você, mas este homem aqui, disse que me matará se eu tocá-la. Saia daqui!” Enquanto tateava em busca de saída, Eleanor soube que o anjo do Senhor a salvara.

Se no momento não podemos ir fisicamente, podemos ir de joelhos, para que vários perdidos sejam salvos e que várias Eleanores que ministram em circunstâncias tão difíceis sejam libertas e protegidas. Amém.

Publicado por Pr. Wilson

cumprindo a carreira que me foi proposta

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